PARIS ( Je suis française au coeur )

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Paris

Paris is the capital city of France and a French département (75). Situated on the banks of the river Seine in north-central France, it is also the capital of the Île-de-France région (also known as "Paris Region"), which encompasses Paris and its suburbs. Paris had an estimated mid-2004 population of 2,144,700. The Paris urban area, extending well beyond the city boundaries, has today an estimated population of 9.93 million. The Paris metropolitan area (including satellite towns) stood at 11.5 million in 1999 and is one of the most populated metropolitan areas in Europe.
Paris est une ville française, capitale de la France et le chef-lieu de la région d'Île-de-France. Cette ville est construite sur une boucle de la Seine, au centre du bassin parisien, entre les confluents de la Marne et de la Seine en amont, et de l'Oise et de la Seine en aval. Ses habitants sont appelés les Parisiens.

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Este blog destina-se a vários temas, com o foco em sentimentos, opniões, arte, coisas do coração.
This blog is intended to various themes with the focus on feelings, opniões that are in the heart.
Este blog está destinado a diversos temas con el foco en los sentimientos, opniões que están en el corazón.
Questo blog è destinato a vari temi con l'attenzione per i sentimenti, opniões che sono nel cuore.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Um certo verão na Sicília - Marlena de Blasi


Um Certo Verão na Sicília

Em Um Certo Verão na Sicília, a jornalista americana Marlena de Blasi parte em busca de personagens para uma matéria sobre a região do interior da Sicília e acaba descobrindo a misteriosa Villa Donnafugata.

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A autora passa então um mês ouvindo a história dos habitantes do vilarejo e desvendando os segredos

de sua bela e misteriosa proprietária, a signora Tosca Brozzi, que vive no lugar há mais de trinta anos.

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Título: Um certo verão na Sicília: uma história de amor Autor: Marlena de Blasi Tradução: Paulo Afonso Editora: Objetiva Preço: R$ 39,90 Páginas: 272

terça-feira, 25 de maio de 2010

Au Louvre avec des écrivains pour guides



Au Louvre avec des écrivains pour guides

On sait que chacun rêve de se faire enfermer une nuit dans le palais du Louvre afin d’y vagabonder dans le silence et la solitude, caresser les toiles et tutoyer les maîtres, mais on connaît peu ce puissant désir, certes moins fantasmatique, par lequel un grand artiste nous guiderait personnellement dans les dédales du musée. Jean Galard et Nicole Picot, qui ont conçu ce riche volume de Promenades au Louvre (Bouquins/ Robert Laffont, 1230 pages) y ont certainement été sensibles. Dès l’incipit, il est question de sortir accompagné, mais pas par n’importe qui. Par un homme du bâtiment (peintre, dessinateur, sculpteur, professeur) ou par l’un de ses proches (historien de l’art, conservateur, critique d’art, écrivain d’art). Les textes ne manquent pas, on s’en doute. Alors, le critère ? C’est selon : leur qualité littéraire, bien sûr, mais encore leur grand art de la description, leur faculté de suggérer, leur capacité à éblouir. Mais, si l’on met de côté ceux dont naples60. fonction est d’informer sur une œuvre (et ce n’est pas négligeable), on sent bien que leur fonction première est de troubler ; et même, dans certains cas, d’inquiéter. A une condition toutefois : que l’auteur ait effectivement consacré une analyse à une œuvre en particulier. Sont donc exclues les considérations générales de Valéry sur Corot, ou de Baudelaire sur Delacroix, au profit d’auteurs qui, avant même sa construction, ont écrit sur certains tableaux qui finiront au musée (heureusement car sans cette liberté prise avec la chronologie, il eut fallu se priver d’un Diderot). La lecture est en parfaite harmonie avec la promenade en ce qu’elle est tout aussi discontinue, voire chaotique, cette anthologie n’échappant pas à la règle du genre. C’est subjectif, arbitraire, partial, comme il sied à une réunion de jugements exposés à la patine du temps, et c’est tant mieux. Sinon l’histoire du goût relèverait des sciences exactes. Au final, un catalogue étourdissant mais si dense qu’il exige d’être lu par sauts et gambades. Théophile Gautier est l’auteur dont les commentaires sont les plus souvent reproduits, loin devant J.K. Huysmans, gorka-lejarcegi.Charles Blanc, Friedrich Schlegel et Gustave Geffroy. Ce qui n’empêche pas le recours à des contemporains tels que François Cheng, Yves Bonnefoy ou Pierre Rosenberg. Un détail encore, mais qui en dit long sur l’esprit du projet : le recueil n’est pas illustré. Que du texte en majesté ! Une prouesse et une rareté. On se félicite d’un tel parti pris qui n’est en rien méprisant, ni arrogant, et ne relève pas exclusivement d’impératifs économiques. C’est de l’ordre du pari : enrichir le regard que nous posons sur l’art sans pour autant tuer son innocence. Et les cartouches insérés en grisé dans le texte, de même que les index de noms et de titres, sont si bien faits qu’il est loisible de retrouver l’œuvre dans les dédales du Louvre. Tout visiteur bien né devra désormais impérativement éviter de se saisir de l’audioguide, si toutefois la tentation l’en eut effleuré, pour le remplacer par cet avantageux Bouquins ruisselant de gai savoir.

(Photos Passou, Henri Cartier-Bresson et Gorka Lejarcegi. Aucune d’elles n’a été prise dans le même musée, et aucune Louvre. Où alors ?)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

sexta-feira, 7 de maio de 2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Vinhos de Portugal

Lenda

Uma lenda grega atribui a descoberta da videira a um pastor, Estáfilo, que, ao procurar uma cabra perdida, a foi encontrar comendo parras.
Colhendo os frutos dessa planta, até então desconhecida, levou-os ao seu patrão, Oinos, que deles extraiu um sumo cujo sabor melhorou com o tempo.
Por isso, em grego, a videira designa-se por staphyle, e o vinho por oinos.

A mitologia romana atribui a Saturno a introdução das primeiras videiras; na Península Ibérica, ela era imputada a Hercules.

Na Pérsia, a origem do vinho era também lendária: conta-se que um dia, quando o rei Djemchid se encontava refastelado à sombra da sua tenda, observando o treino dos seus archeiros, foi o seu olhar atraído por uma cena que se desenrolava próximo: uma grande ave contorcia-se envolvida por uma enorme serpente, que lentamente a sufocava.
O rei deu imediatamente ordem a um archeiro para que atirasse.
Um tiro certeiro fez penetrar a flecha na cabeça da serpente, sem que a ave fosse atingida.
Esta, liberta, voou até aos pés do soberano, e aí deixou cair umas sementes, que este mandou semear.
Delas nasceu uma viçosa planta que deu frutos em abundância.

O rei bebia frequentemente o sumo desses frutos.
Um dia, porém, achou-o amargo e mandou pô-lo de parte; alguns meses mais tarde, uma bela escrava, favorita do rei, encontrando-se possuída de fortes dores de cabeça, desejou morrer.
Tendo descoberto o sumo posto de parte, e supondo-o venenoso, bebeu dele.
Dormiu (o que não conseguia havia muitas noites) e acordou curada e feliz.

A nova chegou aos ouvidos do rei, que promoveu o vinho à categoria de bebida do seu povo, baptizando-o Darou-é-Shah « o remédio do rei ».

Quando Cambises, descendente de Djemchid, fundou Persépolis, os viticultores plantaram vinhas em redor da cidade, as quais deram origem ao célebre vinho de Shiraz.

A vinha era objecto de enormes cuidados, e o mosto fermentava em grandes recipientes de 160 litros, os guarabares.
Foi este vinho que ajudou a dar coragem aos soldados de Cambises na conquista do fabuloso Egipto!

Siracusa - Sicilia na Italia



Logo depois, começou um forte processo de cristianização testemunhado pela presença de notáveis catacumbas no território. Pela ordem 1313 de Costantino, Siracusa torna-se cede episcopal.
Depois da terrível invasão vândala e a pausa do Reino Ostrogodo, Siracusa foi conquistada em 535 pelo general bizantino Belisário e anexada por tres séculos a Costantinopoli.

Em 878 chegaram os árabes que depois de uma devastação total da cidade, a nominaram capital da Vale de Noto.
Em 1038 o grego Maniace, capitão dos bizantinos, reconquista a cidade, modificando a planta da cidade com a construção de um castelo na ilha de Ortigia que ainda hoje leva o seu nome.
Durante a época normanda (1086), o conde Ruggero aplicou uma política de cristianização da cidade através do renovamento da Catedral e a construção de novas igrejas.
Passando por uma breve direção genovesa, de 1205 ao 1220, Siracusa foi reconquistada pelos Svevos e declarada cidade fiscal enquanto na cidade se estabeleciam outras ordens religiosas: franciscanos e domenicanos.

Depois da veloz passagem angioina e a experiência dos Vespri, a cidade passou aos Aragoneses e foram fundadas novas igrejas e construídos novos palácios nobres.
No 1500 se instalaram outros 2 monastérios de duas novas ordens religiosas: gesuítas e carmelitanos. Sucessivamente a cidade assume, através de um projeto de restauração, um aspecto fortemente barroco. O processo foi interrompido pelo terremoto de 1693 que destruiu grande parte da cidade. Todo o século seguinte a cidade se ocuperá com a reconstrução.

Com a chegada dos Borboni e com a propagação dos ideais liberais, Siracusa participou aos movimentos populares contra a coroa, tendo assim transferida a capital à Noto, e de consequência sofrendo um empobrecimento social.
Depois da unificação ao Reino da Italia (1860), foram derrubadas as muralhas que ainda fortificavam a cidade enquanto na fase fascista (1934-36) foram realizados interventos na ilha medieval de Ortigia.

sábado, 1 de maio de 2010

Hoje TAORMINA - SiCILIA - ITALIA

Lendo o livro : Comer, Rezar , Amar de Elizabeth Gilbert cheguei em Taormina na Silicia (Italia)

Localiza-se sobre o Mar Jônio ao longo da costa oriental da Sicília. Taormina oferece panoramas espetaculares valorizados pela presença do Etna que se ergue a poucos quilômetros de lá.

Os gregos jônicos de Calcide Eubea chegaram por ali em 832 a.C. fundando Naxos, a primeira colônia grega na Sicília. Parece que com a chegada destes, a colina de Taormina fosse já povoada pelos siculos. Apesar disso, nos séculos a potente Siracusa, de fundação dórica, entrou em conflito com Naxos e, depois do primeiro massacre em 403 a.C., os habitantes decidiram migrar sobre a colina e fundar Tauromenion (358 a.C.).
A cidade, seja como for, permaneceu sob o domínio de Siracusa até o final da II Guerra Punica com a qual Roma se coligava com toda a Sicília (212 a.C.).
Taormina torna-se civitas foederata e foi na história base e refúgio primeiramente para os rebeldes e, durante a guerra servil (134–132 a.C.) e, logo para Sesto Pompeo, filho de Pompeo Magno, na luta contra Ottaviano, futuro Augusto (36 a.C.).
Com o cristianismo, a cidade torna-se cede episcopal.
Após a queda de Roma, sofre com a chegada dos vândalos e torna-se parte do Reino Ostrogodo da Itália antes e, do Império Bizantino depois.
Os árabes foram rigorosamente afungentados por anos até a noite de Natal de 906 d.C. quando, apenas graças a uma traição, caiu e foi destruída. Os habitantes foram massacrados, as mulheres deportadas e a cidade nominada Almoezia.
A história se repete ao reverso, em 1078, quando os normandos comandados por Ruggero I assediaram e conquistaram Taormina.
Logo vieram os Svevi, os Angioini e depois os Vespri, os Aragoneses.
Foi assediada pelos franceses 1675 e depois da breve parêntese napoleônica na Itália, retornou a fazer parte do Reino da Sicília com os Borboni até 1860, ano da unificação da Itália.
Sendo cede do Comando alemão da Wermacht, foi bombardeada por parte das tropas anglo-americanas em 9 de julho de 1943.
A fama de Taormina no mundo nasce em seguida pelas visitas de artistas que ali fizeram fortuna: Goethe, Nietzsche, Wagner, Wilde são alguns dos tantos que estiveram em Taormina citando-a nas próprias obras.
Depois do final da guerra, Taormina conheceu a “dolce vita” hospedando grandes atrizes e atores do jet set internacional.


Em Taormina existe um prato de massa (ravioli) recheada com purë quente e aromático feito de crustáceos, polvo e lulas com legumes.Barbaro!
Lendo, escrevendo, neste mundo maravilhoso que é a internet chegamos e conhecemos todos os lugares e mesmo não estando em todos, os temos todos no coração!
Conheaça esta cidade através do meu coração.